sábado, 2 de junho de 2018
sem café
Soou o despertador, me movi com dificuldade na cama, rolando de um lado para o outro, celular em mãos. Ia do Twitter pro Insta e dali para o e-mail, sem forças, sem capacidade de reação. Olhei pro lado, sozinho na cama, ela se levantara mais cedo, imaginei. Tratei de ir pro banho, nos esbarramos em algum ponto do corredor, mal vi seu rosto debaixo dos cabelos molhados, jogados pra frente. “Bom dia”, grunhi. Tomei um banho rápido, ensaboando com pressa, pensando no horário. Desodorante, enxugar os pés, meias, cueca, calças e pra cozinha. Passei o olho pela sala procurando minha pasta. Aqueci um pouco de leite no microondas, mas fui interrompido pelo abraço. Subi a mão direita até os cabelos, já secos. Nos beijamos ali, diante de um microondas como testemunha. Mas não foi qualquer beijo, foi um beijo desses de saudades, de vontade reprimida, não atendida. Quando me dei conta já havíamos nos movido um pouco. Chegamos à mesa. A peguei por debaixo dos braços e a sentei na mesa, afastando um saco de pães e um pano de pratos. Desci para o decote de um vestido branco, florido, as mãos desatando o sutiã, beijando o colo. Uma vez desatados, os seios desceram um pouco para baixo, abaixei a cabeça e os fui beijando, mordiscando de leve os bicos. Olhei pra baixo e vi as coxas, as pernas entreabertas, que se despontavam do vestido. Deitei ela ali mesmo, tratando de levantar o tecido com cuidado enquanto mordia por sobre a calcinha. Me alegrei em perceber que não havia protetor. Fui mordiscando a calcinha enquanto ela gemia. Puxei e tirei a minúscula peça e comecei a chupa-lá com voracidade. Molhei o dedão ali e o escorreguei para baixo, fazendo-o entrar atrás sem dificuldade, enquanto a chupava. Ela delirava. Tirei o pau duro pra fora e comecei a penetração, devagar. Então percebi que a mesa era um pouco alta. Tratei de vira-la, puxando-a pelo vestido e deixando-a de pé, a fiz se recostar por sobre a mesa, começando a penetração novamente. Mais uma vez encaixei o polegar em seu ânus enquanto a penetrava, ela gemia, quase gritava. Tirei o polegar e beijei a bunda, lambendo-a o ânus e babando. Depois fui penetrando-o devagarinho, tentando me conter nos movimentos. Ela gritava de prazer Comecei um vai e vem de leve, ela afastou minha perna como quem pedia um segundo pra relaxar, mas logo me soltou. Comecei o movimento de novo, passei minha mão por baixo e comecei a massagear o clitóris, foram poucos segundos e gozamos como loucos. Em seguida cada qual em um banheiro, era nos aprontarmos para o trabalho. Não me recordo se comi algo, mas saímos sem o café.
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